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Por Simon Evans

MOSUL/TIKRIT, Iraque (Reuters) - Militantes do Estado Islâmico atacaram um vilarejo ao sul de Mosul e mataram várias pessoas, inclusive dois jornalistas, mesmo estando prestes a perder seu último reduto na cidade para uma arremetida dos militares do Iraque, disseram fontes de segurança nesta sexta-feira.

O ataque ao vilarejo de Imam Gharbi pareceu ser o tipo de ação diversionista e de estilo de guerrilha que se espera que o Estado Islâmico utilize enquanto forças iraquianas apoiadas pelo Estados Unidos retomam o controle de cidades que o grupo radical capturou durante uma ofensiva surpreendente em 2014.

    Fontes de segurança disseram que os insurgentes do Estado Islâmico se infiltraram em Imam Gharbi, cerca de 70 quilômetros ao sul de Mosul e na margem ocidental do rio Tigre, na noite de quarta-feira a partir de um bolsão de território ainda sob seu comando na margem oriental.

    Dois jornalistas iraquianos foram dados como mortos e dois outros teriam sido feridos enquanto cobriam o contra-ataque das forças de segurança para recuperar o vilarejo nesta sexta-feira.

    Também há um número desconhecido de civis e militares mortos e feridos.

    Os combates obrigaram a Organização Internacional para as Migrações (OIM), ligada à ONU, a suspender operações de socorro em dois locais onde abriga quase 80 mil pessoas perto de Qayyara, logo ao norte de Imam Gharbi, informou um comunicado da ONU.

    Como caminhões-pipa não conseguem chegar mais a estes locais, as pessoas deslocadas podem ficar sem água em um momento no qual as temperaturas do meio do verão ultrapassam bastante os 40 graus Celsius, disse o texto.

    Os insurgentes ainda controlavam metade do vilarejo na noite local desta sexta-feira, segundo fontes de segurança.

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Reuters