Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

BOGOTÁ (Reuters) - O grupo rebelde colombiano Exército de Libertação Nacional (ELN) admitiu ter matado um líder indígena na semana passada, gerando críticas do governo e complicando um cessar-fogo e negociações para acabar com mais de 50 anos de guerra.

O ELN e o governo começaram seu primeiro acordo bilateral de cessar-fogo no início deste mês, como parte de conversas de paz acontecendo no Equador. O cessar-fogo está programado para vigorar até 9 de janeiro e pode ser estendido.

O grupo informou em comunicado divulgado na noite de domingo que uma de suas unidades na província de Choco matou Aulio Isarama após detê-lo para questioná-lo sobre sua suposta relação com inteligência militar.

    O líder indígena se recusou a andar até o lugar onde a unidade planejava interrogá-lo, segundo comunicado, e correu em direção a um dos rebeldes, “com resultados trágicos”.

A Reuters não pôde verificar de forma independente os eventos descritos no comunicado.

    “Em nenhum momento uma ordem ou autorização foi dada para atacar a integridade física do líder Aulio Isarama. O único propósito da unidade de guerrilha que o deteve era investigar”, segundo comunicado.

    O grupo rebelde acrescentou estar comprometido a reconhecer seu erro e contar a verdade sobre o incidente.

    “Nós reiteramos à Colômbia nosso comprometimento para conformidade com o cessar-fogo bilateral temporário e nós iremos mantê-lo até que acabe”, informou o grupo rebelde.

    A comissão de paz do governo, que lidera conversas com os rebeldes, emitiu um comunicado condenando o assassinato e disse esperar que o grupo permita que investigação sobre a morte de Isarama prossiga rapidamente e que os responsáveis sejam levados à justiça.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters