Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Rupam Jain

LUCKNOW, Índia (Reuters) - O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, superou todos os concorrentes na eleição geral de 2014, mas, à medida que enfrenta seu maior desafio na metade do mandato, ficará de frente com um rival determinado a vencê-lo em seu próprio jogo.

No Estado de Uttar Pradesh, o seu oponente, o ministro-chefe Akhilesh Yadav, tem sido visto como um jovial conhecedor da mídia que busca roubar o ponto diferencial de Modi: desenvolvimento.

"Estou levando um pouco além de Modi: eu trabalho", disse Yadav, em entrevista à Reuters, em Lucknow, capital do Estado de 220 milhões que recebe a maior eleição democrática do mundo neste ano.

"Meu trabalho fala por si só. As promessas vazias de Modi não", disse o líder de 43 anos do Partido Socialista, o Samajwadi.

Yadav entrou na eleição, sendo realizada durante o curso de um mês, como pouco favorito. Ele havia saído de uma luta de poder com seu pai e realizou uma aliança pré-pesquisas de opinião com o Congresso Nacional Indiano.

Enquanto Modi se destaca como um grande orador, que consegue discursar por horas sem ler notas, Akhilesh busca se conectar com os jovens através das novas mídias, tendo controle pessoal de suas contas nas redes sociais e fazendo transmissões ao vivo no Facebook com um dos jornalistas de TV mais conhecidos da Índia.

Ele até mesmo subiu em uma bicicleta, o símbolo de seu partido, para uma entrevista que lhe deu a chance de mostrar a recém reformada beira do rio da capital estadual.

Sobre o desenvolvimento do Estado pobre, onde a renda média é de menos de 750 dólares ao ano, ele destaca suas conquistas como a construção de uma via expressa para Agra, onde fica o Taj Mahal, e um novo metrô municipal em Lucknow.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters