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Por Warren Strobel

WASHINGTON (Reuters) - Funcionários de inteligência e autoridades políticas da Rússia discutiram como influenciar Donald Trump através de seus assessores, de acordo com informações coletadas por espiões norte-americanos no verão passado, informou o New York Times nesta quarta-feira.

Citando três atuais e antigas autoridades dos EUA familiarizadas com a inteligência, o jornal disse que as conversas se concentraram em Paul Manafort, então presidente da campanha presidencial de Trump, e Michael Flynn, general reformado que estava assessorando Trump.

Comitês do Congresso dos EUA e um conselheiro especial nomeado pelo Departamento de Justiça neste mês estão investigando se houve interferência da Rússia na eleição norte-americana de 2016 e conluio entre a campanha de Trump e a Rússia.

A controvérsia tem abalado o governo de Trump desde que ele demitiu o diretor do FBI James Comey, há duas semanas, em meio à investigação da agência sobre possíveis ligações da Rússia. Moscou tem negado as alegações e Trump nega qualquer conluio com os russos.

A reportagem do New York Times é a mais recente indicação do aprofundamento das preocupações na comunidade de inteligência dos EUA sobre os esforços russos para inclinar as eleições de novembro em direção a Trump na disputa contra a democrata Hillary Clinton.

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Reuters