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BEIRUTE (Reuters) - Um cinegrafista e bombeiro sírio, cujo documentário sobre o grupo de defesa dos direitos civis "Capacetes Brancos" foi indicado ao Oscar, não poderá comparecer à cerimônia, porque Damasco cancelou seu passaporte, disse o grupo neste domingo.

    Os "Capacetes Brancos" operam uma rede de resgate em regiões controladas pelos rebeldes na Síria, sujeitas a intensos bombardeios pelo governo e pela Força Aérea Russa durante a guerra civil que destruiu bairros inteiros das cidades.

    O filme, indicado ao Oscar de melhor documentário curta-metragem, oferece uma breve visão da realidade dos homens do resgate na Síria.

    O governo sírio, sob o comando do presidente Bashar al-Assad, acusou o grupo de ser uma frente da Al Qaeda e de exibir imagens falsas após os ataques aéreos, para fins de propaganda. Os Capacetes Brancos negam as acusações.

    Dois dos homens do resgate, o líder Raed Saleh e Khaled Khatib, que também é cinegrafista, receberam vistos dos EUA para visitar o país para a cerimônia, em Los Angeles, neste domingo.

    Contudo, em comunicado no início deste domingo, os Capacetes Brancos informaram que Saleh não poderá deixar seu trabalho por causa da intensidade dos ataques aéreos, enquanto Khatib teve seu passaporte cancelado pelo governo sírio.

    "A Defesa Civil síria é grata pela plataforma que o filme ‘Os Capacetes Brancos’ está disseminando com sua mensagem humanitária ao redor do mundo", disse o comunicado.    (Por Angus McDowall)

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Reuters