Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Elizabeth Piper

LONDRES (Reuters) - Um rompimento limpo com o mercado único da União Europeia não é inevitável, disse a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, nesta segunda-feira, em uma tentativa de esclarecer comentários sobre uma saída árdua do Reino Unido da UE que afetaram a cotação da libra.

Ela criticou a imprensa britânica por interpretar mal o que descreveu como uma posição de longa data sobre as negociações com a UE, mas a moeda britânica não conseguiu se recuperar de uma baixa de dez semanas e caía mais de 1 por cento ante o dólar e 1,2 por cento em relação ao euro nesta segunda-feira.

May, que tem sido pressionada a dar mais detalhes sobre sua estratégia antes de iniciar as negociações para o divórcio com a União Europeia, disse no domingo em sua primeira entrevista televisionada do ano que o Reino Unido não poderá ficar com "pedaços" de sua participação no bloco.

Alguns comentaristas disseram que isso sinalizava que a premiê caminhava para um Brexit árduo, o que empresários afirmam afetará a economia ao romper os laços com o mercado único de 500 milhões de consumidores. May rebateu afirmando que a imprensa usou termos que ela não aceitava.

"Estou tentada a dizer que as pessoas que entenderam errado são aquelas que imprimiram coisas dizendo que estou falando de um Brexit difícil, que um Brexit duro é absolutamente inevitável", disse ela à Comissão de Caridade, um departamento do governo que regula entidades de caridade na Inglaterra e no País de Gales.

"Não aceito esses termos, Brexit suave ou duro. O que estamos fazendo é conseguir um acordo ambicioso, bom, o melhor possível para o Reino Unido em termos de... fazer comércio com e operar dentro do mercado único europeu."

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters