DOHA (Reuters) - O Secretário de Estado dos Estados Unidos Mike Pompeo afirmou neste domingo que uma divergência entre o Catar e seus vizinhos do Golfo Árabe durou tempo demais.

A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e o Egito cortaram laços diplomáticos de transporte e comércio com o Catar em junho de 2017, acusando o país de apoiar o terrorismo e o inimigo deles regional, Irã, país muçulmano xiita – algo que Doha nega.

Os Estados Unidos, aliado das seis nações muçulmano sunitas, vê a divergência como uma ameaça aos esforços de conter o Irã e tem pressionado por uma frente unida do Golfo.

“Quando temos um desafio comum, disputas entre países com objetivos compartilhados nunca ajudam”, disse ele em coletiva de imprensa na capital do Catar, Doha.

Doha afirma que o boicote visa minar sua soberania.

“Esperamos que a unidade do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) irá aumentar nos próximos dias, semanas e meses”, disse Pompeo, acrescentando que a unidade do Golfo era essencial para uma Aliança Estratégica do Oriente Médio que também incluiria a Jordânia e o Egito.

(Por Eric Knecht)

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