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Ministro Richard Ferrand chega para reunião em Paris 24/5/2017 REUTERS/Benoit Tessier

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Por Brian Love e Simon Carraud

PARIS (Reuters) - A promessa do presidente francês, Emmanuel Macron, de liderança limpa teve outro obstáculo nesta terça-feira, quando um segundo ministro de seu governo teve que negar acusações de má administração financeira feitas por opositores políticos, dias antes das eleições parlamentares.

Tais escândalos atingiram os rivais de Macron em sua campanha à Presidência e ajudaram na vitória dele em 7 de maio sobre a líder da extrema-direita Marine Le Pen, da Frente Nacional.

Richard Ferrand, o novo ministro para Habitação e aliado próximo de Macron, tem lutado há uma semana contra acusações de acordos financeiros impróprios seis anos atrás, quando administrava um fundo de seguro de saúde na região de Bretanha.

Ferrand, que nega qualquer ato irregular e rejeitou pedidos por sua renúncia, emitiu um comunicado nesta terça-feira traçando uma refutação ponto-a-ponto das acusações publicadas pelo Le Monde.

O primeiro-ministro, Édouard Philippe, disse nesta terça-feira que Ferrand irá continuar no governo e serão estabelecidas regras claras sobre éticas para políticos em um esboço de lei em 14 de junho.

“Eu digo sim (para a permanência de Ferrand) após ter entendido perfeitamente... a exasperação, dadas as acusações sucessivas que deram a impressão de que autoridades eleitas nunca são tão honestas quanto é esperado que sejam”, disse Philippe à TV France 2.

Também nesta terça-feira, a ministra de Macron para questões europeias, Marielle de Sarnez, emitiu um comunicado dizendo não ter feito nada errado ao contratar um assistente para seu trabalho como integrante do Parlamento Europeu, entre 19 outros membros franceses do Parlamento Europeu que procuradores dizem estar sendo investigados.

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Reuters