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TBILISI/KIEV (Reuters) - O senador Republicano John McCain disse neste domingo que os Estados Unidos só podem melhorar suas relações com a Rússia se adotarem um posicionamento duro contra o presidente Putin, pedindo sanções mais fortes contra Moscou.

Em uma viagem pelos países bálticos Ucrânia e Georgia, McCain e outros senadores garantiram aos países, antigamente dominados pela União Soviética, que os EUA irão apoiá-los, apesar dos elogios do novo presidente norte-americano Donald Trump a Putin e de suas críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

"Nós vamos encorajar fortemente nossos colegas para sanções mais fortes e significativas contra a Rússia devido a seu ataque contra os Estados Unidos da América", disse McCain a jornalistas na capital da Georgia, Tbilisi.

"Eu acredito que nós devemos continuar a melhorar nossas relações e entender que Vladimir Putin-- a menos que nós o enfrentemos-- vai continuar sua agressão, e nós devemos nos opor a Vladimir Putin", disse McCain.

Na quinta-feira, o presidente dos EUA Barack Obama ordenou a expulsão de 35 diplomatas russos e impôs sanções a duas agências de inteligência do país por acusações de ataques hacker contra grupos políticos dos EUA durante as eleições.

Mais cedo, em Kiev, McCain prometeu contínuo apoio dos EUA à Ucrânia.

"Eu envio uma mensagem ao povo americano, de que nos estamos com vocês-- sua batalha é a nossa batalha, e nós vamos vencer juntos", teria dito McCain, de acordo com a assessoria de imprensa do presidente ucraniano Poroshenko.

"Em 2017 nós iremos derrotar os invasores e mandá-los de volta para de onde vieram. Vladimir Putin, você nunca irá derrotar o povo ucraniano e privá-lo de sua independência e liberdade", disse McCain.

(Por Robin Pomeroy)

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Reuters