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Senador republicano John McCain. 28/12/2016. REUTERS/Ints Kalnins

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WASHINGTON (Reuters) - Importantes senadores republicanos e democratas irão apresentar um projeto de lei na terça-feira buscando impor uma ampla gama de sanções à Rússia sobre suas atividades cibernéticas e ações na Síria e na Ucrânia.

A legislação é patrocinada por 10 senadores --os republicanos John McCain, Lindsey Graham, Marco Rubio, Ben Sasse e Rob Portman e os democratas Ben Cardin, Robert Menendez, Jeanne Shaheen, Amy Klobuchar e Richard Durbin.

O apoio bipartidário aumenta as chances de a medida ser aprovada pelo Congresso controlado pelos republicanos. Um assessor da Câmara dos Deputados disse que projetos sobre sanções contra a Rússia também estavam sendo preparados naquela Casa.

A medida pode criar um confronto com a administração do presidente eleito republicano, Donald Trump, que assume o cargo em 20 de janeiro e tem elogiado repetidamente o presidente russo, Vladimir Putin.

O projeto está sendo apresentado um dia antes de o Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA realizar sua audiência para confirmar para o indicado por Trump para secretário de Estado, o ex-executivo da Exxon Mobil Rex Tillerson.

Muitos parlamentares de ambos os partidos têm levantado questões sobre as décadas que Tillerson passou trabalhando com o governo russo como executivo da empresa petrolífera e seus laços com Putin. Sua sabatina, marcada para quarta-feira e quinta-feira, deve se concentrar principalmente nessas questões.

De acordo com um sumário preliminar visto pela Reuters, o projeto irá impor proibições de visto e congelar os ativos de pessoas "que se envolvem em atividades significativas minando a segurança cibernética do público ou a infraestrutura privada e instituições democráticas" ou auxilia atividades como essas.

O projeto imporá sanções aos que se envolverem com os setores de defesa ou inteligência russos, o que poderia afetar empresas internacionais que fazem negócios com a Rússia. Ele também transforma em lei sanções contra a Rússia que o presidente Barack Obama impôs via ordem executiva no final do mês passado.

Parlamentares norte-americanos têm pedido há um bom tempo uma resposta mais dura à anexação da Crimeia, região da Ucrânia, pela Rússia e à intervenção russa na guerra civil síria em favor do presidente sírio, Bashar al-Assad.

Sua impaciência aumentou desde que as agências de inteligência dos EUA divulgaram uma versão não-classificada de um relatório na sexta-feira dizendo que Putin ordenou uma campanha para tentar influenciar as eleições norte-americanas de 2016 a favor de Trump.

O projeto de lei também estabelece novas sanções por conta da Ucrânia e da Síria.

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Reuters