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Líder norte-coreano, Kim Jong Un, assiste lançamento de míssil Hwasong-12 em foto divulgada pela agência de notícias oficial da Coreia do Norte, KCNA 16/09/2017 KCNA via REUTERS

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Por Christine Kim

SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul espera mais gestos de provocação da Coreia do Norte em outubro, mês que coincide com o aniversário de fundação do Partido Comunista norte-coreano e com o sempre importante Congresso do Partido Comunista da China.

Durante uma reunião com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, nesta quinta-feira, o assessor de segurança nacional na Coreia do Sul, Chung Eui-yong, disse acreditar que Pyongyang agirá entre 10 e 18 de outubro, mas não deu detalhes.

A declaração do assessor de segurança também mencionou o risco de que um conflito militar seja desencadeado por "incidentes acidentais", disse Park Wan-ju, parlamentar e principal porta-voz do governista Partido Democrático.

"O presidente disse que os Estados Unidos falam em opções militares e diplomáticas, mas que a Coreia do Sul não pode passar novamente por uma guerra", disse Park.

A tensão cresceu na Península Coreana nas últimas semanas, à medida que o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos EUA, Donald Trump, vêm trocando ameaças de tom beligerante e insultos devido ao programa nuclear e de desenvolvimento de mísseis de Pyongyang.

A Coreia do Norte acusou Trump de declarar guerra depois que o norte-americano alertou que o regime de Kim não sobreviverá se ele insistir em ameaçar os EUA e seus aliados, já tendo avisado que a nação reclusa será totalmente destruída caso isso ocorra.

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Reuters