Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Forças de segurança acompanham um dos quatro detidos por relação com ataque de Barcelona, em Madri 21/08/2017 REUTERS/Juan Medina

(reuters_tickers)

Por Adrian Croft

MADRI (Reuters) - Quatro homens acusados de pertencerem a uma célula jihadista responsável pelo ataque com uma van que matou 13 pessoas em Barcelona na semana passada compareceram a um tribunal nesta terça-feira, um dia depois de o suposto motorista ter sido morto a tiros pela polícia.

Os quatro, os únicos ainda vivos entre os 12 suspeitos que se acredita terem composto o grupo, foram levados de Barcelona a Madri e chegaram à Suprema Corte, que lida com casos de terrorismo, em um comboio de veículos policiais com as sirenes ligadas.

Na segunda-feira a polícia matou a tiros Younes Abouyaaqoub, de 22 anos, que identificou como o motorista da van que acelerou pela lotada avenida Las Ramblas, em Barcelona, na quinta-feira, deixando um rastro de 13 mortos e 120 feridos de 34 países.

Depois do ataque, Abouyaaqoub fugiu a pé, matou a facadas um homem que estacionava o carro e fugiu em seu veículo.

O jornal espanhol La Vanguardia relatou nesta terça-feira que Abouyaaqoub andou cerca de 40 quilômetros de Sant Just Desvern, uma cidade nos arredores de Barcelona onde descartou o carro roubado, até Subirats, onde foi baleado fatalmente.

Abouyaaqoub, que havia trocado de roupa, andou durante a noite e se escondeu durante o dia, disse o jornal, citando fontes envolvidas na investigação.   

Carlos Mundo, principal autoridade judiciária do governo da Catalunha, disse que a polícia está investigando se Abouyaaqoub teve alguma ajuda enquanto esteve foragido.

"Está claro que ele deve ter tido alguma forma de logística", disse ele à Rádio Catalunha.

O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo ataque com a van e por outro, ocorrido horas depois, na cidade litorânea turística de Cambrils, no sul de Barcelona.

Novamente um carro foi usado para atropelar pessoas, e seus ocupantes saíram para tentar esfaquear pessoas.

Os cinco agressores, que usavam o que acabou se descobrindo serem coletes de explosivos falsos, foram mortos a tiros pela polícia, e uma mulher espanhola morreu no ataque.

Em pouco mais de um ano, militantes islâmicos usaram veículos como armas para matar quase 130 pessoas na França, Alemanha, Reino Unido, Suécia e Espanha.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters