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TAIPEI (Reuters) - O governo de Taiwan disse na segunda-feira que não reivindica as águas territoriais em torno de duas ilhotas que há muito tempo fazem parte da sua linha de defesa contra a rival China continental.
Taiwan continua controlando os dois pequenos arquipélagos de Kinmen e Matsu, mas não o mar em torno deles, disse o governo taiwanês em nota que reforça o clima de aproximação com Pequim.
A China vê Taiwan como uma "província rebelde" e defende sua reabsorção, ainda que pela força. A ilha foi o reduto dos nacionalistas derrotados pelos comunistas na guerra civil chinesa, em 1949.
Mas houve uma reaproximação desde o ano passado, quando Ma Ying-jeou se tornou presidente de Taiwan e promoveu acordos comerciais históricos.
"Tudo está vinculado: melhorar as relações com a China, e então a China ajuda Taiwan a melhorar sua economia, o que ajudará Ma Ying-jeou a se reeleger", disse Lin Chong-pin, professor de estudos estratégicos da Universidade Tamkang, em Taipei.
Neste ano, Taiwan começou a remover barricadas marítimas em Kinmen (ou Quemoy), como parte de um esforço para desmilitarizar as ilhas.
As ilhas controladas por China e Taiwan na região chegam a distar apenas dois quilômetros entre si, e são patrulhadas por ambos os lados há décadas sem incidentes, segundo um porta-voz do governo taiwanês.
Em geral, os governos reivindicam 12 milhas náuticas de águas territoriais em torno das suas ilhas.
(Reportagem de Ralph Jennings)

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Reuters