Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Um tremor de magnitude 6,2 atingiu o México neste sábado, levando às ruas muitas pessoas que saíram assustadas de suas casas, quatro dias após um brutal terremoto deixar mais de 300 mortos no centro do país e destruir dezenas de edifícios.

O epicentro foi localizado a 19,3 quilômetros de Matías Romero, no Estado de Oaxaca, no sul do país, a uma profundidade de 32 quilômetros, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

    O terremoto foi mais sentido nos Estados sulistas de Oaxaca e Chiapas, que foram golpeados com força em 7 de setembro por um tremor que deixou quase 100 mortos. Segundo o serviço sismológico do México foram registrados diversos movimentos telúricos neste sábado na região de Oaxaca.

    “Eu pensei que era a televisão, estava vendo uma reportagem sobre o resgate em Tlalpan e escutei o alarme mais alto e desci com minha família”, disse Sergio Cedillo, de 49 anos.

    O chefe da Defesa Civil, Luis Felipe Puente, disse que o tremor, além de Oaxaca e a capital mexicana, também foi sentido em Guerrero, Chiapas, Veracruz, Estado de México e Tabasco, mas que até o momento não havia relatos de danos.

    Imediatamente após o tremor foram paralisados os trabalhos de resgate que estavam sendo realizados na capital para checar as estruturas previamente danificadas pelo terremoto de terça-feira e que não chegaram a desabar, acrescentou.

    “Temos zonas muito bem identificadas onde há edifícios com danos, nestes edifícios com danos é preciso ter muito cuidado porque já estavam danificados e podem entrar em colapso”, disse Puente em entrevista a uma emissora de TV local.

    O governador de Oaxaca, Alejandro Murat, disse que foram ativados os protocolos de segurança.

Número atualizado de mortos no terremoto de terça-feira aponta para pelo menos 305 pessoas.

(Reportagem de Noé Torres e Ana Isabel Martínez)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters