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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e primeira-dama Melania, com o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim 08/11/2017 REUTERS/Jonathan Ernst

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Por Steve Holland

PEQUIM (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou à China nesta quarta-feira buscando ajuda para controlar a Coreia do Norte, após advertir o líder norte-coreano de que as armas nucleares que o regime norte-coreano está desenvolvendo "não estão te tornando mais seguro, elas estão colocando seu regime em grande perigo".

Trump usou sua linguagem mais rígida até agora contra a Coreia do Norte durante amplo pronunciamento em Seul, no qual apresentou acusações específicas de abusos assustadores de direitos humanos. Ele pediu que países por todo o mundo isolem Pyongyang negando "qualquer forma de apoio, abastecimento ou aceitação".

"Não nos subestime e não nos teste", disse Trump à Coreia do Norte ao encerrar uma visita à Coreia do Sul com um discurso na Assembleia Nacional antes de partir para Pequim, onde está fazendo sua primeira visita oficial.

Trump pinto um retrato distópico da reclusa Coreia do Norte, dizendo que a população está sofrendo em "gulags" e que alguns subornam autoridades do governo para trabalhar como "escravos" no exterior ao invés de viver em casa. Ele não ofereceu nenhuma evidência para comprovar essas acusações.

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Reuters