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Trump participa de evento do dia do orador 3/9/2017 REUTERS/Mike Theiler

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WASHINGTON/SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concordou “em princípio” em descartar um limite de peso de ogivas de mísseis da Coreia do Sul após o sexto teste nuclear da Coreia do Norte, informou nesta segunda-feira a Casa Branca.

Durante ligação telefônica com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, Trump também deu uma “aprovação conceitual” para a Coreia do Sul comprar bilhões de dólares em armas dos EUA, informou a Casa Branca em comunicado.

Separadamente, o gabinete presidencial da Coreia do Sul informou que os dois líderes haviam concordado em remover o limite de peso e em aplicar as sanções mais fortes e pressionar a Coreia do Norte através da Organização das Nações Unidas.

Em uma ligação telefônica separada com o presidente russo, Vladimir Putin, também nesta segunda-feira, Moon disse que o Conselho de Segurança da ONU deve buscar maneiras de cortar a renda de moeda estrangeira da Coreia do Norte, incluindo de seus funcionários empregados no exterior e carregamentos de petróleo, de acordo com comunicado sul-coreano.

Sob o pacto de mísseis existente entre os EUA e a Coreia do Sul, as ogivas de Seul atualmente possuem um limite de 500 quilos.

O acordo, emendado pela última vez em 2012, estava em processo de ser alterado após uma série de mísseis testados pela Coreia do Norte neste ano após Moon assumir, em maio, incluindo dois lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais.

A Coreia do Norte disse ter testado no domingo uma bomba avançada de hidrogênio para um míssil de longa distância, gerando condenação global e um alerta dos EUA de uma “maciça” resposta militar caso seu território ou seus aliados sejam ameaçados.

Um peso de ogivas ilimitado irá permitir que a Coreia do Sul atinja a Coreia do Norte com maior força em caso de um conflito militar.

Os mísseis ainda teriam um limite de alcance de voo de 800 quilômetros. Nenhuma mudança do alcance de voo foi mencionada no comunicado da Presidência sul-coreana.

(Reportagem de Christine Kim, em Seul, e Valerie Volcovici, Washington)

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Reuters