Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após evento na Casa Branca, em Washington, D.C. 27/04/2017 REUTERS/Kevin Lamarque

(reuters_tickers)

Por David Morgan e Richard Cowan

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores cortejaram parlamentares republicanos moderados nesta quarta-feira para angariar apoio a uma proposta de reforma do sistema de saúde dos EUA e evitar outra derrota constrangedora em uma prioridade legislativa do governo.

Enquanto assessores presidenciais se preparavam para realizar reuniões e telefonemas para persuadir parlamentares céticos a respeito do projeto de lei da saúde, o presidente da Câmara dos Deputados, o republicano Paul Ryan, respaldava os esforços para incorporar mudanças no projeto que abordariam preocupações dos moderados a respeito da cobertura dos planos de saúde a pessoas com doenças preexistentes.

Fred Upton, Billy Long e Greg Walden, republicanos moderados que estão trabalhando na emenda, irão se encontrar com Trump na Casa Branca nesta quarta-feira, disse uma autoridade do governo sob condição de anonimato.

"Estamos fazendo progresso" nas mudanças propostas, disse Ryan no programa de rádio de Hugh Hewitt nesta quarta-feira.

Mas qualquer alteração que vise tranquilizar os temores dos moderados pode ameaçar o apoio de colegas conservadores que querem manter os custos do projeto de lei baixos.

A dificuldade de apaziguar as várias facções republicanas criou grandes obstáculos para a Casa Branca, que deseja que a Câmara vote a legislação até o final desta semana para descartar a Lei de Saúde Acessível de 2010 do ex-presidente democrata Barack Obama.

Os republicanos controlam a Casa Branca e as duas Casas do Congresso, e um fracasso da versão mais recente de um projeto de lei que pretende substituir o Obamacare prejudicaria Trump, que quer seguir em frente e tratar de outras iniciativas legislativas complexas, como a reforma tributária.

Trump, que durante a campanha eleitoral prometeu revogar o Obamacare em seu primeiro dia no cargo, começou a ligar pessoalmente aos parlamentares para salvar a legislação, noticiou o site Politico, citando duas fontes não identificadas.

A nova peça legislativa sofreu um golpe na terça-feira, quando Upton comunicou que não irá endossar a medida. Ele disse se opor à emenda, apoiada por membros do grupo conservador Caucus da Liberdade da Câmara, que permite que os Estados rejeitem doenças preexistentes em planos de saúde básicos.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters