Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Presidente dos EUA, Donald Trump, assina proclamação em homenagem a Martin Luther King Jr. na Casa Branca 12/01/2018 REUTERS/Joshua Roberts

(reuters_tickers)

Por Steve Holland

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou nesta sexta-feira uma versão final do acordo nuclear com Irã, mas alertou aliados europeus e o Congresso a trabalharem para "consertar falhas terríveis" do acordo, caso contrário os EUA se retirariam.

Trump disse que manterá suspensas sanções contra o Irã, mas como última chance e que não tornaria a suspendê-las. O ultimato pressiona europeus, principais apoiadores e parceiros do acordo de 2015, que agora têm de satisfazer Trump, que chamou o pacto para reduzir o programa nuclear do Irã como o pior já feito.

Trump quer o pacto fortalecido, com um acordo em separado, dentro de 120 dias, ou os EUA vão de forma unilateral se retirar do pacto. Ele alertou: "Ninguém deve duvidar da minha palavra".

O ministro do Exterior do Irã, Mohammad Javad Zarif, respondeu no Twitter que o acordo não era renegociável, e que a posição de Trump "equivalia a tentativas desesperadas de minar um acordo multilateral sólido".

"Esta é a última chance", disse Trump em comunicado. "Na falta de tal acordo os EUA não irão novamente dispensar as sanções para permanecer no acordo nuclear com o Irã. E se em algum momento eu achar que tal acordo não é possível, eu vou sair do pacto imediatamente."

Falando sob condição de anonimato, um diplomata europeu afirmou: "Vai ser complicado salvar o acordo depois disso".

Enquanto Trump aprovou a isenção das sanções, o Departamento do Tesouro anunciou novas sanções específicas para 14 entidades e pessoas, incluindo o líder do Judiciário iraniano.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters