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Rex Tillerson, que foi demitido do posto de secretário de Estado norte-americano 12/03/2018 REUTERS/Jonathan Ernst

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Por Susan Heavey e Paul Simao

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira a substituição do secretário de Estado note-americano, Rex Tillerson, pelo diretor da CIA, Mike Pompeo, demitindo o chefe da diplomacia dos EUA após uma série de desavenças públicas.

Trump anunciou as mudanças no Twitter, e disse que indicou a vice-diretora da CIA Gina Haspel para substituir Pompeo no comando da agência de inteligência.

"Mike Pompeo, diretor da CIA, se tornará nosso novo secretário de Estado. Ele fará um trabalho fantástico! Obrigado a Rex Tillerson por seus serviços! Gina Haspel se tornará a nova diretora da CIA, e a primeira mulher a ser escolhida. Parabéns a todos!", disse Trump no Twitter.

A saída de Tillerson representa a maior mudança no gabinete de Trump até agora, e acontece após meses de tensões entre o republicano e o ex-presidente da petroleira Exxon Mobil.

Uma autoridade graduada da Casa Branca disse que Trump pediu que Tillerson renunciasse na sexta-feira, mas que não queria anunciar a mudança enquanto ele estava em viagem à África.

A autoridade disse que Trump trabalha bem com Pompeo, um ex-parlamentar republicano do Estado de Kansas que é visto como um legalista dentro do governo, e queria que ele estivesse no cargo antes de uma planejada conversa com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e de negociações comerciais.

Trump e Tillerson, que não tinha nenhuma experiência diplomática ou política antes de se tornar secretário de Estado, discordaram diversas vezes sobre a política externa dos EUA, inclusive sobre a Coreia do Norte e a Rússia.

Na segunda-feira, Tillerson criticou severamente a Rússia devido ao envenenamento de um ex-espião russo e de sua filha na Inglaterra, responsabilizando Moscou diretamente pelo caso, depois que a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, não o fez.

Tillerson também pareceu não estar a par, na semana passada, quando Trump anunciou que iria se encontrar com o líder norte-coreano e se tornar o primeiro presidente dos Estados Unidos em exercício a fazê-lo.

(Reportagem de Susan Heavey e Doina Chiacu)

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