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Por Steve Holland e David Brunnstrom

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que esforços chineses para persuadir a Coreia do Norte a conter seu programa nuclear falharam, aumentando a retórica sobre a morte de um estudante norte-americano que foi detido por Pyongyang.

Trump manteve grandes esperanças por maior cooperação da China para exercer influência sobre a Coreia do Norte, se apoiando intensamente no presidente chinês, Xi Jinping, por sua assistência. Os dois líderes realizaram uma cúpula de alto escalão na Flórida em abril e Trump tem frequentemente elogiado Xi e resistido a criticar práticas comerciais chinesas.

    “Embora eu agradeça muito os esforços do presidente Xi e da China para ajudar com a Coreia do Norte, isso não tem funcionado. Ao menos eu sei que a China tentou!”, escreveu Trump em publicação no Twitter.

    Não ficou claro se seu comentário representou uma mudança significativa em seu pensamento sobre o esforço dos EUA para acabar com o programa nuclear da Coreia do Norte e seus testes de lançamentos de mísseis ou uma mudança na política norte-americana em relação à China.

    “Penso que o presidente está sinalizando alguma frustração, ele está sinalizando a outros que ele entende que isto não está funcionando, e ele está tentando se defender, ou se justificar, ao dizer que ao menos tentaram, ao contrário de outros que nem mesmo tentaram”, disse Christopher Hill, ex-embaixador dos EUA na Coreia do Sul, à MSNBC.

    

DIÁLOGO EUA-CHINA

A declaração de Trump sobre a China deve aumentar a pressão sobre Pequim antes de um encontro sobre diplomacia e segurança entre EUA e China na quarta-feira.

As conversas irão colocar lado a lado o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, e o secretário de Defesa, James Mattis, com o principal diplomata da China, o conselheiro do Estado Yang Jiechi, e o general Fang Fenghui, chefe de Estado do Exército de Libertação Popular.

    O Departamento de Estado diz que o diálogo irá focar em maneiras de aumentar pressão para que a Coreia do Norte abandone seu programa nuclear e de mísseis, mas também irá cobrir áreas como antiterrorismo e rivalidades territoriais no estratégico Mar do Sul da China. 

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Reuters