Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Julia Harte e Timothy Gardner

WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano Donald Trump disse neste sábado que os Estados Unidos estariam “se punindo” se interrompessem as vendas militares para a Arábia Saudita, mesmo se ficar provado que o jornalista saudita Jamal Khashoggi foi assassinado dentro do consulado do país em Istambul. 

Khashoggi, proeminente crítico de Riad e residente dos Estados Unidos, desapareceu em 2 de outubro, depois de visitar o consulado. O governo turco acredita que ele foi deliberadamente assassinado dentro do prédio e que seu corpo foi transportado para outro lugar. 

Trump forjou laços mais próximos com a Arábia Saudita e está sob pressão internacional e doméstica para ajudar a determinar o que aconteceu com Khashoggi e punir a Arábia Saudita se as investigações mostrarem que o governo saudita matou o jornalista.

Alguns parlamentares americanos disseram que Washington deveria bloquear a venda de armas para Riad se as alegações forem comprovadas, mas Trump discorda. 

“Eu na verdade acho que estaríamos nos punindo se fizéssemos isso”, disse Trump a repórteres na Casa Branca, neste sábado. 

“Há outras coisas que podemos fazer que são muito, muito poderosas, muito fortes, e vamos fazê-las”, acrescentou, sem dizer quais são essas medidas. 

Neuer Inhalt

Horizontal Line


swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.










Reuters