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Por James Oliphant e Christian Shepherd

WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira que prefere não adotar uma ação militar contra a Coreia do Norte para combater a ameaça nuclear e de mísseis, mas que, se o fizer, será um "dia muito triste" para a liderança de Pyongyang.

Trump novamente não quis descartar uma resposta militar dos EUA após o sexto e mais poderoso teste nuclear da Coreia do Norte, enquanto o seu governo busca aumentar as sanções econômicas, dizendo que Pyongyang está "comportando-se mal e que tem que parar".

"A ação militar certamente seria uma opção. É inevitável? Nada é inevitável", disse Trump durante uma coletiva de imprensa.

"Eu prefero não seguir a rota militar", disse Trump. "Se a usarmos na Coreia do Norte, será um dia muito triste para a Coreia do Norte."

Mesmo com Trump insistindo que agora não é hora de conversar com a Coreia do Norte, membros seniores de seu governo deixaram claro que a porta para uma solução diplomática permanece aberta, especialmente considerando a avaliação dos EUA de que qualquer ataque preventivo desencadearia uma retaliação dura da Coreia do Norte.

A pressão norte-americana aumentou desde que a Coreia do Norte realizou seu sexto e mais poderoso teste nuclear no domingo, descrevendo-o como uma bomba de hidrogênio avançada para um míssil de longo alcance.

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Reuters