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Donald Trump Jr., filho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante convenção republicana em Cleveland 19/07/2016 REUTERS/Mark Kauzlarich

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Por Karen Freifeld

NOVA YORK (Reuters) - Donald Trump Jr., filho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado em um e-mail antes de se encontrar com uma advogada russa que ela acreditava ter material prejudicial sobre a então adversária Hillary Clinton e que a ação fazia parte de uma tentativa do Kremlin de ajudar a campanha eleitoral de seu pai, disse o jornal New York Times na segunda-feira.

Citando três pessoas com conhecimento do e-mail, o jornal disse que o assessor Rob Goldstone, que marcou o encontro, indicou na mensagem enviada para o filho mais velho do presidente norte-americano que o governo da Rússia era a fonte de informações potencialmente prejudiciais.

Trump Jr. não indicou no comunicado feito no domingo que ele havia sido informado que a advogada russa com quem se encontrou poderia ser uma representante do Kremlin.

O e-mail provavelmente será de interesse para investigadores que estão avaliando se alguma pessoa ligada a Trump conspirou com o governo russo para influenciar a eleição do ano passado a seu favor, disse o jornal.

Trump Jr. contratou um advogado na segunda-feira para representá-lo nas investigações relacionadas com a Rússia, enquanto líderes republicanos expressaram preocupação com o encontro entre o filho do presidente e uma russa.

Moscou nega a interferência e Trump, que assumiu a Presidência dos Estados Unidos no dia 20 de janeiro, diz que não houve conspiração.

(Reportagem adicional de Steve Holland e Patricia Zengerle em Washington)

Reuters