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Trump anuncia McMaster como conselheiro de segurança nacional. 20/2/2017. REUTERS/Kevin Lamarque

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Por Jeff Mason e Patricia Zengerle

WEST PALM BEACH/WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta segunda-feira que o tenente-general Herbert Raymond McMaster será seu novo conselheiro de segurança nacional, voltando a escolher militares para desempenhar um papel central em sua equipe de política externa.

Trump também nomeou Keith Kellogg, um general reformado do Exército que atuava como conselheiro de segurança nacional interino, como chefe de gabinete do Conselho de Segurança Nacional. Falando aos repórteres em West Palm Beach, onde ele passou o fim de semana, Trump disse que John Bolton, um ex-embaixador dos EUA na Organização das Nações Unidas, vai ter outro cargo no governo.

McMaster é um tático militar altamente reconhecido e pensador estratégico, mas sua nomeação surpreendeu alguns observadores, que ponderam como McMaster, que é conhecido por questionar a autoridade, lidaria com uma Casa Branca que não recebe bem as críticas.

Ele substituirá um aliado de Trump. Michael Flynn, tenente-general reformado do Exército, foi demitido como conselheiro de segurança nacional em 13 de fevereiro, depois que surgiram relatos de que ele havia enganado o vice-presidente Mike Pence sobre uma conversa que ele teve com o embaixador da Rússia sobre as sanções dos EUA, antes da posse de Trump.

O afastamento foi mais um revés para uma Casa Branca que foi atingida por polêmicas, incluindo decreto sobre a proibição de entrada nos EUA de pessoas de sete países de maioria muçulmana, desde que o presidente republicano assumiu o cargo, em 20 de janeiro.

Trump passou o fim de semana considerando suas opções para substituir Flynn. Sua primeira escolha, o vice-almirante reformado Robert Harward, recusou o cargo na semana passada.

O conselheiro de segurança nacional é um assessor independente do presidente e não requer confirmação pelo Senado dos Estados Unidos. O papel dele tem variado de governo para governo, mas o conselheiro participa de reuniões do Conselho de Segurança Nacional, juntamente com os chefes do Departamento de Estado, do Departamento de Defesa e das principais agências de segurança.

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Reuters