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Por Timothy Gardner

WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump começou o longo feriado que homenageia o líder negro dos direitos civis Martin Luther King Jr. rebatendo outro ativista afro-americano, um político que disse não encarar Trump como um "presidente legítimo".

O deputado democrata John Lewis, da Georgia, em um trecho de "Meet the Press" divulgado pela NBC na sexta-feira, disse acreditar que a atuação de hackers russos ajudou Trump, um republicano, a se eleger em novembro. Lewis disse que não pretende participar da posse de Trump, no dia 20 de janeiro, a primeira vez que perderá um evento como esse desde de que foi eleito para a Câmara, em 1986.

Neste sábado, Trump twittou que Lewis estava se queixando falsamente sobre o resultado das eleições e em vez disso, "deveria gastar mais tempo consertando e ajudando seu distrito, que está em péssimo estado e caindo aos pedaços (para não mencionar a infestação do crime)".

O deputado, líder de direitos civis por mais de meio século, foi espancado pela polícia em uma marcha que ajudou a organizar em 1965, em Selma, Alabama, chamando a atenção para a dificuldade dos negros para votar. Ele protestou ao lado de King naquele dia e em outras ocasiões.

(Reportagem adicional de Ian Simpson)

Reuters