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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião com líderes parlamentares em Washington 06/09/2017 REUTERS/Kevin Lamarque

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Por Susan Cornwell e James Oliphant

WASHINGTON (Reuters) - Líderes republicanos e democratas do Congresso dos Estados Unidos discordaram nesta quarta-feira sobre elevar o limite da dívida do país e sobre o destino de 800 mil jovens que chegaram ilegalmente aos Estados Unidos quando crianças, ao passo que o presidente Donald Trump os pressionou a agir.

Trump se reuniu com líderes parlamentares dos dois partidos, num momento em que eles enfrentam várias questões legislativas importantes.

Entre elas, o alívio para vítimas do furacão Harvey, a elevação do teto da dívida dos EUA até o início de outubro para evitar um inédito calote da dívida do governo e a aprovação de um lei sobre os gastos federais no ano fiscal que começa em 1º de outubro para evitar a paralisação do governo.

"Temos muitas, muitas coisas no prato", disse Trump a jornalistas no início de uma reunião na Casa Branca com líderes parlamentares antes do que devem ser semanas frenéticas de trabalhos legislativos.

"Tomara que possamos resolvê-las de forma racional. E talvez não conseguiremos. Provavelmente saberemos ao término desta reunião ou da reunião que teremos em um breve espaço de tempo."

Trump deu ao Congresso na terça-feira seis meses para aprovar uma legislação que decidirá o destino de 800 mil pessoas conhecidas como "Dreamers" (sonhadores, em inglês), após revogar um programa de cinco anos que os protegia da deportação.

O presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, disse que qualquer legislação que abordar a questão dos imigrantes protegidos também precisará falar sobre segurança de fronteira, uma posição que certamente antagonizará os democratas.

"É apenas razoável e apropriado que nós também abordemos a causa raiz do problema, que são fronteiras que não são suficientemente controladas, enquanto nós abordamos esse problema muito real e muito humano que está bem na nossa frente", disse Ryan, a repórteres.

Ryan também disse que qualquer legislação que a Câmara considerar sobre imigração precisará ter o apoio de Trump.

(Reportagem adicional de Doina Chiacu e Richard Cowan)

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Reuters