Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Assembleia Geral da ONU, em Nova York 19/09/2017 REUTERS/Eduardo Munoz

(reuters_tickers)

Por Steve Holland

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará para a Ásia no mês que vem pela primeira vez desde que assumiu a Presidência, parando no Japão, Coreia do Sul, China, Vietnã e nas Filipinas, em uma viagem que deve ser dominada pela ameaça nuclear da Coreia do Norte.

Acompanhado por sua esposa Melania, Trump viajará entre os dias 3 e 14 de novembro. Durante a visita, o presidente comparecerá a duas importantes cúpulas, o fórum Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, no Vietnã, e o conclave da Associação das Nações do Sudeste Asiático, nas Filipinas.

O comparecimento de Trump à cúpula em Manila era incerto até recentemente. Autoridades diziam que ele estava relutante em recompensar o presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, que foi responsável por críticas aos Estados Unidos.

Uma autoridade norte-americana disse que líderes asiáticos, que encontraram com Trump na Assembleia-Geral da ONU em Nova York, na última semana, ajudaram a convencer o presidente a comparecer com seus principais aliados asiáticos.

Trump, que tem estado envolvido em uma guerra de palavras cada vez mais amarga com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, terá a oportunidade de reforçar a determinação de seus aliados para o que ele chama de "completa desnuclearização" de Pyongyang.

"Os compromissos do presidente irão fortalecer a determinação internacional para confrontar a ameaça da Coreia do Norte e garantir a completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana", disse a Casa Branca, anunciando a viagem.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters