Por Jeff Mason e Roberta Rampton

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vetou nesta sexta-feira uma medida para encerrar sua declaração de emergência que poderia financiar um muro de fronteira, desafiando parlamentares republicanos e democratas que se opuseram à controversa ação com o primeiro veto de sua Presidência.

Embora seja improvável que o Congresso norte-americano consiga reunir os votos necessários para anular o veto presidencial, a repreensão de alguns membros de seu próprio partido deixaram Trump politicamente ferido, ao menos temporariamente, à medida que a imigração e seus planos para um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México se tornam novamente pontos críticos na campanha presidencial de 2020.

A votação bipartidária de quinta-feira, que aprovou a medida no Senado, foi um golpe contra Trump por sua decisão de contornar o Congresso para retirar recursos já destinados a outros programas para pagar pelo muro.

Doze colegas republicanos de Trump se juntaram aos democratas para aprovar a medida, que visava encerrar a declaração de emergência.

Trump chamou a resolução de imprudente e disse ter orgulho de vetá-la.

“Como presidente, a proteção da nação é meu maior dever. Ontem, o Congresso aprovou uma perigosa resolução que, se sancionada, colocaria inúmeros norte-americanos em perigo, perigo muito grave”, disse, sentando em sua mesa no Salão Oval. “O Congresso tem a liberdade de aprovar esta resolução, e eu tenho o dever de vetá-la.”

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