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Tufão deixa 38 mortos nas Filipinas e segue para a China

Mulher lamenta ao lado de sua casa destruída pelo tufão Rammasun, na cidade costeira de Batangas, ao sul de Manila, nas Filipinas. 17/06/2014. REUTERS/Erik De Castro reuters_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. julho 2014 - 11:25

MANILA (Reuters) - As Filipinas se empenhavam nesta quinta-feira em remover destroços, restabelecer a energia elétrica e reconstruir casas danificadas depois que um tufão varreu o país, causando a morte de 38 pessoas e o desaparecimento de outras oito, de acordo com autoridades da defesa civil.

O tufão Rammasun, a maior tempestade a atingir o país este ano, seguia para noroeste, na direção da China, depois de cruzar a principal ilha filipina, Luzón, paralisar a capital e derrubar árvores e postes de eletricidade, o que provocou grandes blecautes no país.

A tempestade destruiu cerca de 7.000 casas e danificou outras 19.000, de acordo com o diretor-executivo da Agência Nacional de Desastres, Alexander Pama. Mais de 530.000 pessoas buscaram refúgios em abrigos públicos, segundo dados oficiais.

Pama estimou os danos às lavouras, principalmente arroz e milho na região de Bicol, sudeste de Manila --a primeira a ser atingida pelo tufão-- em aproximadamente 668 milhões de pesos (cerca de 15 milhões de dólares).

A maioria das escolas permanecia fechada nesta quinta-feira na capital e no sul de Luzón, região que tem cerca de 17 milhões de habitantes e é a parte mais densamente povoada do país.

(Reportagem de Rosemarie Francisco)

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