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Presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, durante entrevista com a Reuters no Palácio Presidencial de Ancara. 25/04/2017 REUTERS/Umit Bektas

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Por Daren Butler

ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia deteve dezenas de membros dos ministérios de Energia e Educação nesta terça-feira em uma investigação mirando a rede do clérigo que mora nos Estados Unidos acusado por Ancara de orquestrar uma tentativa de golpe em julho do ano passado, informou a mídia estatal.

Aproximadamente 50 mil pessoas foram formalmente presas em casos na Justiça voltados para seguidores do clérigo Fethullah Gulen. O presidente Tayyip Erdogan, que vai encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, nesta terça-feira, está buscando a extradição de Gulen.

Mandados de prisão foram emitidos para 60 funcionários ligados ao Ministério de Energia e 25 membros do Ministério de Educação, e aproximadamente 40 já foram detidos, informou a agência de notícias estatal Anadolu. Muitos dos funcionários já haviam sido dispensados de seus cargos anteriormente.

A Anadolu disse que se acredita que os suspeitos eram usuários do Bylock, um aplicativo de mensagens criptografadas que o governo diz ter sido usado pelos seguidores de Gulen.

Os mandados de prisão vêm após uma corte prender na segunda-feira o editor online do jornal de oposição Cumhuriyet, que está aguardando o julgamento sob a acusação de difundir propaganda terrorista, informou o jornal.

(Reportagem adicional de Humeyra Pamuk)

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Reuters