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Chanceler turco Mevlut Cavusoglu chega para reunião em Nova York 18/9/2017 REUTERS/Stephanie Keith

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Por Tulay Karadeniz

ANCARA (Reuters) - O Ministério das Relações Exteriores da Turquia disse nesta quarta-feira que Ancara não se submeterá a "imposições" dos Estados Unidos para resolver uma crise que levou os dois aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) a pararem de emitir vistos para seus respectivos cidadãos.

Mas o porta-voz do presidente turco, Tayyip Erdogan, usou um tom mais positivo, dizendo acreditar que a crise será solucionada rapidamente depois que uma delegação dos EUA chegar ao seu país para conversar sobre como reparar as relações bilaterais.

No início deste mês Washington suspendeu os serviços de emissão de vistos depois de a Turquia deter dois cidadãos turcos empregados no consulado norte-americano. Eles estão detidos devido à suspeita de laços com o golpe de Estado fracassado cometido na Turquia no ano passado, alegações rejeitadas por Washington.

Ancara logo retaliou suspendendo seus próprios serviços de emissão de vistos para os EUA. A disputa afetou a lira e as ações turcas e preocupou investidores.

    Os EUA disseram que querem detalhes das acusações contra os funcionários consulares, e a emissora turca Haberturk noticiou que a delegação norte-americana estabeleceu quatro condições para resolver a crise, entre elas que Ancara apresente indícios relacionados às detenções.

"Cooperaremos se suas exigências cumprirem as regras de nossa Constituição, mas não sucumbiremos a imposições e rejeitaremos quaisquer condições que não possamos cumprir", disse o chanceler turco, Mevlut Cavusoglu, em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira.

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Reuters