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Por William e Schomberg

LONDRES (Reuters) - A Uber está preparada para fazer concessões e reverter a decisão das autoridades de Londres de não renovar sua licença na cidade, o que potencialmente representa um grande golpe para a empresa, que está crescendo aceleradamente, noticiou um jornal.  

O Sunday Times também citou fontes próximas ao órgão regulador de transportes, que teriam dito que o movimento é encorajador e sugere a possibilidade de negociações.

"Embora ninguém tenha nos pedido para fazer mudanças, gostaríamos de saber o que podemos fazer", disse o gerente geral da Uber em Londres, Tom Elvidge, ao jornal. "Mas isso requer um diálogo que, infelizmente, não conseguimos ter recentemente."

Um porta-voz do Transport for London (TfL) não quis comentar.

O Sunday Times disse que as concessões da Uber provavelmente envolveriam a segurança dos passageiros e benefícios para seus motoristas, possíveis limites para a jornada de trabalho para melhorar a segurança nas ruas e pagamento de férias.  

O TfL chocou a poderosa startup norte-americana na sexta-feira quando considerou a Uber inadequada para operar um serviço de transportes devido a questões de segurança e revogou sua licença a partir de 30 de setembro, embora a companhia possa continuar a operar enquanto apela da decisão.

O regulador cita falhas em relatar sérias ofensas criminais, conduzir verificações de antecedentes dos motoristas o suficiente e outras questões de segurança.  

A Uber respondeu pedindo que os usuários de Londres assinassem uma petição que dizia que as autoridades tinham "cedido à pressão de um pequeno número de pessoas que querem restringir as escolhas do consumidor". O movimento é similar à estratégia que a Uber usou em disputas em outras cidades.

Às 19:00 do sábado (horário de Brasília), mais de 600 mil pessoas já haviam assinado, embora não esteja claro quantas delas estavam em Londres.   

Um porta-voz da Uber disse que cerca de 20 mil motoristas da Uber enviaram e-mails diretamente ao prefeito para se opor à decisão.

(Por William Schomberg)

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Reuters