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BOGOTÁ (Reuters) - O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, disse nesta segunda-feira que sua segunda reeleição depende de uma sentença da Corte Constitucional, da vontade do povo e de Deus. A declaração criou mais incerteza sobre sua possível candidatura às eleições presidenciais de 2010.
O Congresso colombiano aprovou um referendo que busca capacitar Uribe, o principal aliado dos Estados Unidos na América Latina, a buscar sua segunda reeleição consecutiva no ano que vem. A Corte Constitucional avalia a validade jurídica deste referendo.
"Hoje na pátria há a possibilidade de termos novos líderes e é isso que se deseja", garantiu Uribe à W Radio.
"Quanto ao meu caso, isso depende da Corte Constitucional, do povo, da vontade do nosso Senhor. Temos que respeitar todas as instituições", destacou o mandatário, um advogado de 57 anos.
A Corte Constitucional anunciou recentemente que a decisão sobre a legalidade do referendo sairá até fevereiro de 2010, o que deixa pouca margem de manobra a Uribe para se candidatar.
A decisão de Uribe e a análise jurídica do referendo mantêm praticamente paralisada a campanha presidencial de 2010.
Se a Corte declarar o referendo ilegal, Uribe não poderá se candidatar a um terceiro mandato. Mas se o referendo for aprovado, ele deve ser convocado pelo governo e contar com a participação de cerca de 25 por cento dos eleitores, ou seja, mais de sete milhões de pessoas.
A popularidade de Uribe diminuiu seis pontos na última medição, para 64 por cento, enquanto o apoio ao referendo também perdeu seis pontos, ficando em 52 por cento, segundo a empresa Invamer-Gallup.
Uribe chegou ao poder em 2002 e foi reeleito em 2006 depois de uma reforma constitucional.
(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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