Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Policial italiano na Praça de São Pedro no Vaticano 20/8/2017 REUTERS/Alessandro Bianchi

(reuters_tickers)

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Pode ser "apenas questão de tempo" antes de Roma se tornar alvo de um ataque ao estilo do ocorrido em Barcelona, mas as forças de segurança estão prontas caso o Vaticano seja alvo de um atentado, disse o chefe da Guarda Suíça.

A segurança de locais religiosos ao redor da Itália foi reforçada, incluindo no Vaticano, desde o ano passado, quando um caminhão dirigido por um suposto militante islâmico matou 86 pessoas na cidade francesa de Nice.

Barreiras, policiais e veículos blindados foram colocados ao redor da Basílica de São Pedro para tornar mais difícil que um veículo cometa um ataque semelhante, como ocorreu na semana passada em Barcelona, matando 13 pessoas.

Apesar de ameaças do Estado Islâmico, Roma e outras cidades italianas têm sido poupadas até o momento de ataques com veículos, que também ocorreram em Londres e Berlim nos últimos meses.

"Talvez seja apenas uma questão de tempo até ocorrer um ataque assim em Roma, mas nós estamos preparados", disse Christoph Graf, comandante da Guarda Suíça, segundo site católico suíço Cath.ch.

Sites ligados a militantes do Estado Islâmico têm feito ameaças contra alvos católicos em Roma nos últimos anos.

Em 2015, em um vídeo mostrando a decapitação de 21 católicos cooptas do Egito na Líbia, um dos assassinos disse: "Segurança para os seus cruzados é algo que vocês podem apenas desejar... Iremos conquistar Roma, pela vontade de Alá".

Por volta da mesma época, um site usado por militantes publicou uma fotomontagem mostrando a bandeira preta do movimento hasteada no obelisco localizado no centro da Praça de São Pedro.

(Reportagem de Philip Pullella)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters