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CARACAS (Reuters) - O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou nesta terça-feira uma ameaça "brutal" e "imperial" feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para impôr sanções econômicas contra o país sul-americano se planos para criar um controverso novo Congresso não forem cancelados.

Lendo a resposta do governo para o comunicado de Trump feito na segunda-feira, o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Samuel Moncada, disse que a votação do dia 30 de junho para criar um órgão legislativo conhecido como Assembleia Constituinte prosseguirá apesar das objeções dos Estados Unidos.

(Reportagem de Andrew Cawthorne)

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Teaser Longform The citizens' meeting

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Reuters