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Homem passa por logo da Interpol, em Cingapura 30/09/2014 REUTERS/Edgar Su

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CARACAS (Reuters) - O governo da Venezuela recuperou parte das armas roubadas em um ataque a um emblemático quartel militar no centro do país e emitiu novas ordens de captura com código vermelho da Interpol contra suspeitos de envolvimento, alguns em Miami, disse no domingo o chefe do serviço de inteligência venezuelano.

Em uma dramática escalada da crise política na Venezuela, um grupo de 20 homens uniformizados invadiu no último domingo uma base militar perto da cidade central de Valência, dois dias depois da eleição de uma Assembleia Constituinte com poderes especiais, que foi criticada como um ataque à democracia.

Um dos rostos mais conhecidos do ataque e que conseguiu fugir em meio ao tumulto, o capitão da reserva da Guarda Nacional Juan Caguaripano foi detido na sexta-feira junto com outro militar, supostamente identificado por autoridades como participante do ataque.

"Entre os detidos e procurados se repetem atores políticos, militares desertores e empresários participantes no golpe de Estado do dia 11 de abril de 2002", disse o chefe do Sebin, serviço de inteligência venezuelano, Gustavo González, à TV estatal, fazendo referência à breve derrubada do então presidente Hugo Chávez.

Sebin, que descreveu o ataque como um "feito terrorista", informou que outras 17 pessoas foram capturadas. Entre as ordens de prisão expedidas pela Interpol estão incluídos um jornalista, ao menos três militares aposentados e um ex-policial do serviço de inteligência do país.

(Reportagem de Alexandra Ulmer e Deisy Buitrago)

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Reuters