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TEGUCIGALPA (Reuters) - O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, disse no sábado que se recusaria a retornar à presidência como parte de qualquer acordo para pôr fim à crise desencadeada por seu afastamento, dizendo que fazê-lo legitimaria o golpe de junho.
Um acordo mediado pelos Estados Unidos para pôr fim ao impasse político no país fracassou este mês,após o presidente de facto Roberto Micheletti ter dito que formaria um novo governo sem Zelaya.
"Desta data em diante, reafirmo minha decisão de não aceitar qualquer acordo para retornar à presidência que acoberte esse golpe", disse Zelaya, lendo trechos de uma carta escrita ao presidente norte-americano, Barack Obama.
Inicialmente Zelaya tinha recebido bem o acordo, que, afirmou, tinha o objetivo de conduzi-lo de volta ao poder.
Líderes sul-americanos vêm pedindo a volta de Zelaya à presidência, mas Washington pareceu enfraquecer a posição dele ao dizer que reconheceria uma eleição presidencial em 29 de novembro, simplesmente com base na assinatura do acordo.
Sob o acordo, o Congresso deveria votar por autorizar ou não a reinstauração de Zelaya. Mas não foi fixado prazo para isso, e os parlamentares vêm demorando a agir.
Zelaya voltou a Honduras escondido em setembro e está vivendo na embaixada brasileira desde então.
(Reportagem de Helen Popper)

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Reuters