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Por Julie Steenhuysen

CHICAGO (Reuters) - As taxas de microcefalia e alguns outros problemas congênitos foram 20 vezes maiores em gestações afetadas pelo Zika em comparação com gestações em anos anteriores à chegada do vírus nas Américas, disseram pesquisadores norte-americanos nesta quinta-feira.

O aumento enfatiza o risco contínuo de Zika durante a gravidez, disseram pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês).

O estudo, publicado em um relatório do CDC, examinou as taxas de problemas de nascimento em Massachusetts, Carolina do Norte e Geórgia em 2012-2013 - antes da chegada do Zika nas Américas. Eles acompanharam o número de defeitos congênitos comumente vistos entre bebês afetados pelo Zika, incluindo anormalidades cerebrais e pequeno tamanho da cabeça ou microcefalia, defeitos no olho e outros problemas do sistema nervoso central.

Durante esses anos, defeitos congênitos nessa lista ocorreram em cerca de 3 a cada 1.000 nascimentos.

Eles compararam isso com as taxas publicadas de bebês a partir do registro de Zika em 2016 nos EUA e descobriram que as taxas desses mesmos defeitos de nascimento eram 20 vezes maiores, ocorrendo em quase 60 a cada 1.000 gestações concluídas com infecções por Zika.

O CDC continua a recomendar que as mulheres grávidas evitem viajar para áreas com Zika, e as mulheres grávidas que vivem nestas áreas devem tomar medidas para se proteger contra a infecção.

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Reuters