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Sindicatos reivindicam aumento geral

Serge Gaillaird (ao centro)) e Paul Rechsteiner (de bigode), da USS, na coletiva em Berna

(Keystone)

A União Sindical Suíça, principal central sindical do país, vai exigir 5% de aumento de salários nas próximas negociações. O objetivo também é ter um mínimo de 3 mil francos líquidos em todo o país.

A diminuição prevista da atividade econômica não é uma razão para não conceder aumentos salariais aos trabalhadores, afirma a União Sindical Suíça (USS).

"Só as empresas e os altos executivos beneficiaram-se com a retomada do crescimento, a partir de 1996. Se necessário, as empresas agora devem cortar os salários de direção", sugere o secretário-geral da USS, Serge Gaillard.

"Para os assalariados, os anos 90 foram uma década perdida", afirmou Gaillard em entrevista coletiva, em Berna. Ele calcula que o poder aquisitivo dos assalariados caiu 5% entre 1990 e 1998.

Outras categorias tamém querem aumento

A USS também vai continuar insistindo na alta geral para tentar inverter a tendência à individualização dos salários. A situação ainda é "inquietante" em alguns setores como agricultura, têxtil e confecções, segundo Paul Rechsteiner, presidente da USS. Um dos objetivos é negociar uma convenção coletiva para a agricultura, ainda inexistente.

O Sindicato dos Bancários (ASEB) vai exigir aumento geral de 4% para a categoria. Outros setores como ferroviário, correiros e indústria química também exigem 5% de aumento.

Swissinfo com agências

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