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Liberdade de imprensa Imprensa suíça enfrenta realidade econômica

A Suíça continua entre os dez maiores países do mundo pela liberdade de imprensa, apesar da crescente pressão econômica, de acordo com a organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras.



Manifestantes na cidade suíça de Lausanne criticam o fechamento da revista Hebdo em fevereiro.

Manifestantes na cidade suíça de Lausanne criticam o fechamento da revista Hebdo em fevereiro.

(Keystone)

O “Índice de Liberdade de Imprensa Mundial 2017” mostra a Suíça na sétima posição atrás de quatro países escandinavos, Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca, bem como os Países Baixos e Costa Rica.

A liberdade de imprensa estável da Suíça está em contraste com a situação global que tem piorado em quase dois terços dos 180 países do índice, disse a ONG.

No entanto, a organização com sede em Paris apontou para um número significativo de perdas de emprego em vários jornais suíços no ano passado.

"A mídia está passando por um período de turbulência, com um título após outro desaparecendo ou sendo reestruturado", afirmam os repórteres sem fronteiras.

Também se referiu ao grupo público SSR SRG (Sociedade Suíça de Radiodifusão e Televisão), empresa matriz de swissinfo.ch, que está sob pressão do parlamento.

Os Estados Unidos ficaram em 43º lugar no ranking mundial. Os autores do relatório apontaram os ataques verbais do presidente Donald Trump a jornalistas e tentativas de bloquear o acesso de certos meios de comunicação à Casa Branca.

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