Milhares de suíços tomam as ruas para marcar o 1° de maio

Trabalhadores e ativistas celebraram o Dia dos Trabalhadores na Suíça com manifestações em várias cidades pedindo ao governo que aborde questões trabalhistas, como a igualdade salarial.

Este conteúdo foi publicado em 02. maio 2018 - 07:30
Passeata no Dia dos Trabalhadores, no centro de Basileia, exigindo igualdade salarial entre homens e mulheres Keystone

Cerca de 50 comícios e eventos aconteceram em toda a Suíça. Na manhã da terça-feira, 13 mil pessoas participaram de uma manifestação no centro da cidade de Zurique. Outros grandes comícios foram realizados em Basileia, Berna e Genebra.

Os sindicatos suíços reuniram-se sob o slogan “Igualdade salarial”, para exigir salários iguais para homens e mulheres. Em 2017, as mulheres na Suíça ganharam em média 600 francos a menos por mês do que seus pares do sexo masculino.

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Para marcar o primeiro de maio, a ministra da Justiça, Simonetta Sommaruga, viajou para Ennenda, no cantão de Glarus (centro), onde visitou uma fábrica de chocolate e encontrou os funcionários. Enquanto isso, o presidente da Suíça, Alain Berset, discursou em Sion, capital do cantão do Valais (sudoeste), a convite da Federação dos Sindicatos do Valais.

"A desigualdade salarial é um dos maiores escândalos do nosso país atualmente", disse Berset à plateia.

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