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Jornalista chechena premiada por reportagem sobre ativista político

Profissão de risco: jornalistas trabalhando na região atingida pela erupção de um vulcão em Escuintla, Guatemala, em 5 de junho de 2018. Copyright 2018 The Associated Press. All Rights Reserved.

Três jovens profissionais foram premiados no festival internacional de jornalismo True Story AwardLink externo, organizado de 30 de agosto a 1º de setembro em Berna. Artigos de três jornalistas brasileiros também ficaram entre os selecionados.

Este conteúdo foi publicado em 02. setembro 2019 - 17:10
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A vencedora do primeiro prêmio foi a jornalista chechena Shura Burtin pelo artigo "Monitor 1Link externo", sobre um ativista de direitos humanos condenado a quatro anos de prisão por porte de drogas. Sua prisão ocorreu logo depois de as autoridades terem descoberto que o ativista havia documentado a guerra da Chechênia para uma organização russa de defesa dos direitos humanos. 

A reportagem "Um reino da poeiraLink externo", do jornalista americano Mark Arax, ganhou o segundo prêmio. O jornalista chinês Du Qiang (dir.) foi o terceiro finalista com o artigo "O Clube dos VagabundosLink externo" sobre a vida dos trabalhadores migrantes na província de Shenzhen. 

Os organizadores do "True Story Award" receberam 924 reportagens de 98 países em 21 diferentes línguas. Uma equipe de jurados de 29 países leu e avaliou todos os textos segundo critérios de profundidade de pesquisa, qualidade do jornalismo e relevância social. No final, selecionou os 39 melhores textos.

Na premiação da seção em português, os jurados escolheram três artigos: "Neymar S/A: a engrenagem por trás do maior jogador de futebol do BrasiLink externol", de Pedro Lopes; "O deputado 716%Link externo", de Amanda Audi; e "Chagas: a vida após o barbeiroLink externo", de Melquiades Junior.

O objetivo do True Story Award é reconhecer o jornalismo de qualidade, divulgar o trabalho de jornalistas internacionais em outros países e aumentar a diversidade de perspectivas nos meios de comunicação social.

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