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Suíça vai reconstruir vilarejo tailandês

Suíça vai ajudar a reconstruir um vilarejo ainda não definido.

(Keystone)

A ministra das Relações Exteriores, Micheline Calmy-Rey, anunciou que a Suíça vai reconstruir inteiramente um vilarejo destruido pelo maremoto.

O projeto é avaliado em 2,3 milhões de francos e será incluido no pacote de 27 milhões em ajuda de urgência prometido pela Suíça na semana passada.

O vilarejo que será reconstruido com apoio suíço ainda não foi escolhido, afirmou a swissinfo o chefe da Direção de Desenvolvimento e Cooperação (DDC), Walter Fust.

Ele viaja com a ministra das Relações Exteriores nos países sinistrados e disse, por telefone, que o vilarejo será escolhido esta semana por uma equipe suíça que já está na região.

"É uma forma de exprimir nossa solidariedade e nosso agradecimento às autoridades e ao povo tailandês mas também uma homenagem às vítimas suíças dessa tragédia", afirmou Fust.

Necessidades

A chanceler Micheline Calmy-Rey esteve reunida segunda-feira com vice-ministro das Relaçõe Exteriores Sorajak Kasen Suvan. Conversou também com os responsáveis da unidade de crise criada pela Tailândia.

Vários especialistas suíços estão na região atualmente para avaliar os setores em que a Suíça poderá contribuir na reconstrução.

Viagem maratona

A chefe da diplomacia visitou também alguns suíços feridos e falou com sobreviventes da catástrofe.

Na Tailândia, a ministra disse que sua viagem havia permitido entender melhor a dor e o sofrimento dos habitantes e dos turistas suíços que estavam na região.

Disse ainda que ficara impressionada com o trabalho das várias dezenas de funcionários de seu Ministério estão fazendo no país.

Hoje Calmy-Rey está em Colombo, capital do Sri Lanka, onde vai discutir com autoridades do país e com cerca de 15 funcionários de seu Ministério atualmente no país. A volta da ministra está prevista para quarta-feira.

Por sua vez, os responsáveis pela ajuda humanitária suíça iniciam a avaliação real das necessidades. Toni Frish, chefe da Unidade de Ajuda Humanitária (CSA), viajou ontem acompanhado do diretor da Cruz Vermelha e do médico-chefe do exército, Gianpiero Lui.

Vítimas

O balanço provisório é de 150 mil mortos, no total. 2.459 turistas morreram na Tailândia, entre eles 23 suíços, segundo os dados fornecidos segunda-feira pelo Ministério das Relações Exteriores.

Outros 500 suíços estão sendo procurados (360 na Tailândia, cerca de 30 no Sri Lanka e nas Maldivas e 20 na Índia).

A unidade de crise do Ministério acha que é muito cedo para fazer um balanço final, mesmo se a cada dia a esperança de encontrar pessoas em vida diminui.

Recomenda-se aos parentes das pessoas desaparecidas não viajar para a Ásia e evitar sobrecarregar as equipes de resgate. O Ministério estuda com as agências de viagem a possibilidade de uma viagem organizada das famílias mas em data posterior.

Doações continuam

Na Suíça, a solidariedade para com as vítimas não pára. As doações recolhidas pela Rede da Bondade já ultrapassou 35 milhões de francos. Essas doações chegaram aos sobreviventes através de Ongs como Terra dos Homens, Ajuda Protestante, Cruz Vermelha, Caritas, Médicos Sem Fronteiras, entre outras.

Suíça não vai a Jakarta

A Suíça não foi convidada a participar da reunião prevista quinta-feira, na capital indonésia. A União Européia será representada pelo português José Manuel Barroso e pelo luxemburguês Jean-Claude Juncker.

Por outro lado, a Suíça participará oficialmente das duas reuniões organizadas pela ONU, em Nova York e Genebra.

swissinfo com agências

Fatos

O balanço do sismo ultrapassou 140 mil mortos, segunda-feira (04.01), quase 100 mil na Indonésia, mais de 30 mil no Sri Lanka, 10 mil na Índia e mais de 5 mil na Tailândia. Esses países vão renunciar às buscas de mais de 15 mil pessoas.
No total, 2.459 turistas morreram na Tailândia e mais de 7 mil, a maioria europeus, estão desparecidas.
23 suíços morreram, 105 estão desaparecidos e quase 500 são procurados.

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Breves

- Segunda-feira, as promessas de ajuda pública bateram o recorde de 2 bilhões de dólares. Com base em outras experiências de promessas não cumpridas, a ONU manifesta-se prudente.

- A Suíça liberou 27 milhões de francos para ajuda de urgência, incluindo 2,29 milhões para reconstruir um vilarejo na Tailândia.

- Os dons privados recolhidos na Suíça pela Rede da Bondade chegaram segunda-feira a 35 milhões de francos suíços.

- Quarta-feira será uma jornada de solidariedade na Suíça e nos países da União Européia.

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