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Sucessão no PS está aberta.

Com a demissão antes do previsto de Ursula Koch da presidência do Partido Socialista no sábado, já se especula sobre sua sucessão. Três nomes já emergiram.

Com uma aberta crise interna há dois meses, já não se via como a presidente, Ursula Koch, poderia dar a volta por cima. Mas a demissão anunciada sábado, « por motivos de saúde », tanto da presidência do PS como do cargo de deputada, surpreendeu todo o mundo. Não se excluía que ela se demitisse, mas não antes do Congresso do Partido em outubro, ou seja dentro de seis meses.

Resta que a divisão interna, em particular desentendimento com o secretário geral do PS, Jean-François Steiert, e a falta de reação diante recentes ataques de partido de direita já tinham criado uma clima tenso que minava a presidente Ursula Koch que decidiu jogar a toalha.

Três nomes emergem como possíveis sucessores, todas mulheres: a senadora Christiane Brunner, figura de destaque do partido, Hildegard Fässler, deputada por St-Gallen, e Jacqueline Fehr, deputada por Zurique. Esta última é uma das acusadas de ter puxado o tapete de Koch, ao demitir-se do cargo de assessora da presidente e Fässler tem a desvantagem de ter anunciado sua candidatura cedo demais.

Acrescente-se que não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde de Ursula Koch. E que o posto de presidente interino do Partido Socialista suíço será exercido por Pierre Aebi, senador por Friburgo, que atuava como vice-presidente. A ele cabe dirigir o partido até o Congresso em outubro.

J.Gabriel Barbosa


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