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Os problemas do túnel ferroviário mais longo do mundo

Nos seus primeiros dois meses de serviço, o túnel de base do São Gotardo acelerou a viagem de milhares de trens e atraiu mais passageiros, mas nem tudo anda nos trilhos.

Este conteúdo foi publicado em 10. fevereiro 2017 - 09:00
swissinfo.ch/fh
Alguns passageiros estão vendo vermelho devido a problemas de capacidade e conexão por causa do túnel de base do São Gotardo. Keystone

O túnel ferroviário mais longo do mundo encurtou 30 minutos da viagem norte-sul através dos Alpes suíços pelo maciço do São Gotardo, mas alguns atrasos estão alongando esse tempo poupado. Em comunicado, a Companhia Ferroviária Federal disse que a pontualidade dos clientes na linha do São Gotardo melhorou de 79,6 para 86,8% desde o início de dezembro. Enquanto isso, a pontualidade da conexão em Arth-Goldau aumentou de 94,4 para 97,1%, informou a empresa.

"A situação em relação aos serviços da Itália continua sendo um desafio", observa a companhia. "Os trens EuroCity de Milão estão frequentemente atrasados e partem de Chiasso com um atraso médio de oito minutos. No entanto, o tempo perdido geralmente pode ser compensado entre Chiasso e Arth-Goldau”. De acordo com a Companhia Ferroviária Federal, 43 trens foram cancelados desde a mudança de horário em 11 de dezembro de 2016 - principalmente devido a panes nos trens.

A Pro Bahn, um grupo de pressão dos transportes públicos, disse ter recebido muitas queixas de passageiros sobre atrasos, interrupções de conexões em Arth-Goldau e Bellinzona, "e sobretudo a falta de espaço nos trens". Além disso, o serviço entre a Suíça central o sul do país está pior do que costumava ser, diz a Pro Bahn.

A demanda dos trens InterCity e EuroCity aumentou cerca de 30% em relação ao ano passado, relata a companhia de trens suíça. Em média, cerca de 8,8 mil pessoas por dia passaram pelo túnel nos primeiros 57 dias de funcionamento do novo túnel. Exatamente 2.816 trens de passageiros e 3.980 trens de carga passaram durante este período.

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