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Traços econômicos

Região montanhosa, as geleiras são uma das atrações do Valais. Keystone

O Valais é um dos 23 cantões (estados) da Suíça, país de 41.293 m2, ou seja, menor que o estado do Rio de Janeiro.

Este conteúdo foi publicado em 09. outubro 2003 - 11:07

Os Alpes que o atravessam é uma mina de ouro para o turismo. Outros trunfos: produção industrial, produção de vinhos e energia elétrica.

O estado do Valais é, de fato, uma região atravessada pelos Alpes, com a economia se concentrando principalmente num enorme vale, onde corre o rio Ródano, em direção a Genebra e à França.

A direção contrária leva ao noroeste italiano, à região de Aosta, seja pelo túnel ferroviário do Simplon, seja pelo túnel rodoviário de São Bernardo.

O Valais é um dos mais pitorescos cantões suíços, com uma invejável profusão de estações de esqui. Em função de sua geografia, oferece enormes possibilidades em montanhismo, alpinismo, prática de esqui, atraindo turistas de diferentes pontos do mundo.

É no Valais, aliás, que se encontra o mais famoso pico das montanhas suíças, o Matterhorn (ou Cervino). Lá também se acham estações apreciadas – e um pouco caras – de Zermatt, Crans-Montana e Verbier.

De cada 3 francos que entra na economia local, 1 vem do turismo.

Indústrias e infra-estrutura

Justamente na área econômica, outros pilares são a indústria (em particular no setor do alumínio), produção de energia e a viticultura. Mas as pequenas e médias empresas são 270 no total, segundo a Câmara de Comércio do cantão.

A capacidade hoteleira é respeitável: 230 mil leitos – 34 mil só na hotelaria – o que representa 1/5 da capacidade de alojamento no país, indica a mesma fonte.

O Valais é a região que produz os melhores vinhos do país, Aliás, 40% das vinhas suíças se localizam nesse estado.

Destaques em vinhos

O vinho mais conhecido da região é o Fendant (branco) que acompanha muito bem uma fondue de queijo, especialidade suíça bastante consumida no inverno, dentro e fora do país.

Entre os tintos, há por exemplo, o tradicional Dôle, um dos mais encorpados da região. E o Humagne já pode talvez competir melhor com os bons vinhos franceses.

Até porque nos últimos anos uma nítida qualidade dos vinhos da região, submetidos a uma concorrência feroz com não só com a França e Itália, países de maior tradição vinícola, como também, a Espanha, Portugal, África do Sul, Austrália, Estados Unidos, Chile, Argentina...

swissinfo, J.Gabriel Barbosa

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