Ballet de Cuba vem à Europa nas asas de um anjo suíço

Mark Kuster e sua companhia de dança, Camaquito, com o apoio de muitas amigos, traz para a Europa o Ballet de Camagüey, que apresenta a versão coreográfica de 'Carmen' do alemão Peter Breuer, diretor do Ballet de Salzburgo. Um objetivo alcançado após dois anos de preparativos na ilha.

Este conteúdo foi publicado em 12. janeiro 2018 - 14:31

A companhia, sob a direção geral de Regina Balaguer, se apresenta no Teatro de Winterthur, a segunda cidade mais importante do cantão de Zurique e local de nascimento de Mark Kuster (44), fundador de Camaquito, cujo sonho de longa data finalmente se torna realidade: o Ballet de Camagüey está na Europa. Depois de quatro shows neste fim de semana em Winterthur, o grupo agora segue para uma turnê na Espanha.

Em cartaz, a coreografia de Peter Breuer para o balé 'Carmen', baseado no romance de Prosper Mérimée, e embalada por uma trilha que entrelaça  a 'Carmen Suite' de Rodion Schedrin, com composições de Edward William Elgar e Radio Tarifa. Uma versão "moderna" de "Carmen" que dá "um tom mais atual para este trabalho", como indica o próprio Breuer.

A companhia de dança cubana é acompanhada no palco pela Orquestra Musikkollegium Winterthur, uma das instituições musicais mais tradicionais da Europa (fundada em 1629), sob a direção de Mika Eichenholz.

Desde 2001, "Winthertur é a cidade natal de Camaquito", diz Kuster, pois lá são realizadas campanhas por doações para diversos projetos de educação, cultura, esportes, saúde e ecologia na cidade de Camagüey, na região centro-leste da ilha caribenha. O objetivo de seu fundador é claro: apoiar projetos que melhorem as condições materiais das crianças e jovens cubanos.

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