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Botanistas querem preservar plantas medicinais

O lapacho (ou carobeira) apreciado por suas propriedades e sua beleza

Conservatório de Jardins Botânicos de Genebra estende à Bolívia e à África projeto de preservação dos conhecimentos tradicionais sobre plantas medicinais realizado no Paraguai. O objetivo é preservar a biodiversidade e alimentar a cooperação no setor.

O Conservatório de Jardins Botânicos de Genebra - CJG - é um dos centros mais avançados do mundo em sistematização dos conhecimentos botânicos. Dotado de uma vasta biblioteca sobre o tema, reúne entre os 7 milhões de catálogos de plantas, um dos mais valiosos herbários da flora paraguaia. O CJG juntou ampla informação sobre a flora guarani, mas faltam determinar a que ela serve.

Segundo o chefe do projeto, Didier Roguet, o Conservatório "propõe reunir e sistematizar todos os dados possíveis sobre plantas medicinais, para restituir-los a quem precisa dessas informações".

Indagado sobre o porquê da escolha do Paraguai, responde que há mais de um século vários célebres botanistas suíços, principalmente da Suíça de expressão italiana - como Mosé Bertoni - emigraram à América do Sul em busca de novos horizontes. Surgiu então a colaboração botânica suíço-paraguaia que mais tarde continuaria com outros especialistas suíços, como Hassler e Chaudat.

Destaca ainda trabalhar no Paraguai "com gente do país que precisa, e que com os cursos e concursos didáticos aprende a conhecer melhor a própria riqueza biológica.

Jaime Ortega (adapt. J.Gabriel Barbosa)


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