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Lições do modelo suíço de formação profissionalizante

Formação profissional avançada colhe recompensas financeiras

Mais da metade das pessoas com formação profissionalizante se beneficiou financeiramente ao optar por uma formação profissionalizante avançada equivalente a uma qualificação de ensino superior.

Este conteúdo foi publicado em 15. janeiro 2019 - 16:15
Competências profissionais em exposição: um padeiro em ação no evento Swiss Skills 2018 KEYSTONE / ANTHONY ANEX

Uma pesquisa do Departamento Federal de Estatísticas publicada na terça-feira (15) revelou que, em 2016, havia mais de 30.000 candidatos trabalhando para uma qualificação profissionalizante avançada. Entre os motivos mais comuns apresentados: potencial de progressão na carreira e aumento da renda.

De acordo com a pesquisa, 60% disseram que a formação teve um “efeito positivo” em seus salários e 50% disseram que suas chances de progresso na carreira “melhoraram significativamente”. A oportunidade de desenvolvimento pessoal também foi muito bem avaliada.

Essas qualificações mais altas incluem a Formação Profissionalizante Superior, que permite que os profissionais adquiram uma qualificação de especialista e se preparem para administrar um negócio, e o Diploma Federal, a base para a especialização em um campo. Ambos permitem que alguém com uma formação técnica suíça siga uma formação de nível superior

A formação de nível superior na Suíça é dividida em dois setores: o setor de ensino superior, como universidades, e o ensino profissionalizante. O sistema educacional do país é caracterizado por um alto grau de flexibilidade, o que significa que você pode, por exemplo, começar com um aprendizado e ainda entrar no ensino superior.

Cerca de dois terços dos alunos suíços frequentam o ensino profissionalizante.

A maioria dos que receberam esses diplomas tinha cerca de dez anos de experiência profissional e tinha em média 32 anos (diploma avançado) ou 36 (diploma federal). Os mais jovens a se preparar para a entrada no ensino superior tinham 28 anos.

A pesquisa ocorre depois que a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse no ano passado que os alunos tinham mais oportunidades de mobilidade educacional na Suíça do que na média dos outros países da OCDE.


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