Missionária suíça assassinada no Quênia

O Ministério das Relações Exteriores da Suíça (DFAE) confirmou a morte de uma cidadã suíça no Quênia.

Este conteúdo foi publicado em 20. fevereiro 2020 - 07:00
O ataque foi relatado em detalhes pela mídia queniana (foto de arquivo) Copyright 2020 The Associated Press. All Rights Reserved.

De acordo com reportagens da mídia queniana, a mulher de 74 anos era uma missionária. Ela teria morrido depois de ter sido atacada na casa que estava alugando na região da Trans Nzoia, na parte ocidental do país.

Representantes suíços estão em contato com as autoridades locais, anunciou o DFAE na quarta-feira. O ministério suíço disse à agência de notícias Keystone-SDA que não podia dar mais detalhes por razões de proteção da privacidade.

O Nairobi News, por sua vez, informou que a vítima foi "violentada e estrangulada até a morte por assaltantes desconhecidos" no início da manhã de quarta-feira. Quando ela foi encontrada, a casa havia sido saqueada e dinheiro roubado, segundo depoimentos de empregados que trabalhavam na casa. A polícia local disse ao site de notícias que a porta dos fundos tinha sido arrombada e que um suspeito tinha sido preso.

Um parente da vítima disse ao jornal suíço Blick que a mulher, natural da Basileia, tinha ido para o Quênia há cerca de 30 anos.

Em relação à criminalidade, os conselhos para viagens do DFAE para o Quênia afirmam que "o principal risco, especialmente para aqueles que viajam sozinhos, reside na criminalidade violenta generalizada" e que há casos regulares de cidadãos estrangeiros sendo assassinados, inclusive suíços.

O DFAE também destaca o risco de atos terroristas, assim como o risco de sequestro perto da fronteira com a Somália.


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